terça-feira, 10 de novembro de 2009

Apostila - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO

1 LEITURA:

A leitura deve ocupar na escola um espaço significativo seja no ensino da Língua Portuguesa, seja no de outras disciplinas, pois gera conhecimento, propõe atitudes e analisa valores, intensificando o modo de perceber e sentir a vida.
Formar um leitor competente supõe formar alguém que compreenda o que lê; que possa aprender a ler também o que não está escrito, identificando elementos implícitos; que estabeleça relações entre o texto que lê e outros textos já lidos; que saiba que vários sentidos podem ser atribuídos a um texto; que consiga justificar e validar a sua leitura a partir da localização dos elementos discursivos.” (PCN, Língua Portuguesa)
Os textos apresentados aos alunos devem ser distribuídos em 3 (três) momentos:

1° Apresentação do tema pelo professor (motivação) através de gravuras, linguagem oral, desenhos, etc.
2° Deve conter a biografia do autor.
Neste momento o aluno deve entrar em contato com as obras do autor e ver de qual delas o texto foi extraído.
O professor deve explorar o texto com criatividade.
3° Leitura do texto:
· Leitura silenciosa;
· Leitura oral pelo professor;
· Comentário oral do texto;
· Leitura oral pelo aluno.


LEITURA SILENCIOSA

Para esta atividade o professor deve exigir da classe silêncio total. Deve solicitar ao aluno concentração total (pensar apenas na informação transmitida pelo texto).
Orientar o aluno quanto à postura corporal.
Ler apenas com os olhos (orientar).

LEITURA ORAL PELO PROFESSOR

Essa leitura deve ser feita com entonação e ritmo adequados de formar a despertar no aluno prazer de ouvir o texto e ao mesmo tempo auxiliar na compreensão.

COMENTÁRIO ORAL DO TEXTO

O professor conversa com os alunos a respeito do texto, propondo algumas questões significativas relativas à compreensão e a interpretação.

LEITURA ORAL PELO ALUNO

Só deve ser feita depois de o aluno ter a oportunidade de uma convivência maior com o texto. Isso o deixará mais a vontade e lhe dará maior segurança para realizar a leitura.
Pode ser feita através de:
· Dramatização
· Leitura dramatizada
· Jogral
· Noticiário
· Declamação

O professor deve comentar com os alunos as diferentes situações na vida social em que as pessoas são solicitadas para a leitura: na televisão, no rádio, numa palestra ou conferência, num discurso, etc.

O PRAZER DE LER

As diferentes atividades propostas a partir de um texto transformam muitas vezes, a leitura para o aluno numa atividade chata, sem nenhum interesse de sua parte. Lê-se apenas para cumprir tarefas com o sentido de obrigatoriedade. É preciso que o aluno leia o texto tendo a oportunidade de ler por prazer e não somente para ser avaliado.
O texto deve ser acompanhado por um vocabulário, o que facilitará a leitura feita pelo aluno. O professor deve usar estratégias variadas para conduzir o aluno a um trabalho oral (debate, comentários, resumo, paráfrase, escolha de frase mais significativa, pesquisa, consulta, etc.) a respeito dos textos.

O HÁBITO DA LEITURA

Certa vez, li que “é na infância que se formam as atitudes fundamentais diante do livro. A criança que toma contato com o livro pela primeira vez ao entrar na escola, costuma associar a leitura com a situação escolar, principalmente se não há leitura no meio familiar. Se o trabalho escolar é difícil e pouco compensador, a criança pode adquirir aversão pela leitura e abandoná-la completamente quando deixar a escola.”
“O livro deve entrar na vida da criança antes da idade escolar e fazer parte de seus brinquedos e atividades cotidianas.” (Barker e Escarpet)
Podemos até fazer um paralelo entre o hábito alimentar e o hábito da leitura. A criança comerá o que a sua família ou grupo social come. A criança com fome chega a rejeitar um alimento que não faz parte de seu hábito. O hábito se forma cedo, muito cedo.
Com a leitura não se trata de um ato instintivo e é sem dúvida um hábito a ser gradativamente adquirido. É preciso que se dê desde o início do aprendizado da leitura, o objeto a ser lido(livro, revista, jornal) respeitando seu nível de aprendizado (aqui , o professor deve instruir os pais quanto ao hábito da leitura).
Se a leitura deve ser um hábito, deve ser também fonte de prazer, e nunca uma atividade obrigatória, cercada de ameaças e castigos e encarada com uma imposição do mundo adulto.
O bom professor sabe, no entanto que em nosso país poucos são os pais que lêem, que tem hábito de leitura. Por motivos diversos, a maioria de nossa população não lê. Assim, a escola torna-se o local possível, embora não o ideal (dado o seu caráter obrigatório) onde se pode incutir na criança ou no jovem o hábito de ler.

PRODUÇÃO DE TEXTO

A produção de texto deve ser o momento culminante no processo de aprendizagem. O aluno deve se sentir motivado para produzir textos. O ato de escrita não deve ser imposto, mas uma tarefa sumamente gratificante.
Os textos que já foram lidos, analisados e discutidos terão grande importância na motivação, pois criam no aluno o desejo de expressar emoções de contar uma história, de emitir uma opinião, relatar um fato ou fazer uma comunicação.

COMO PREPARAR O ALUNO PARA A PRODUÇÃO DO TEXTO

Escrever é um ato individual e solitário. É o momento em que se fecham as portas do mundo interior, para nele o indivíduo mergulhar.
E essa tarefa não é tão simples. As pessoas não estão acostumadas a viver só com seus pensamentos e sensações. Procuram-se, de uma forma ou de outra, alternativas que favoreçam um contato mais constante com uma realidade física ou social. Recorre-se a situações que conduzam a uma comunicação, seja como emissor, seja como receptor. A própria tecnologia de comunicação (televisão, rádio, telefone, cinema, computador) oferece aos indivíduos oportunidades para fugirem de uma situação de solidão.
Se o “estar só” assusta as pessoas é evidente que o ato da escrita, uma atividade essencialmente solitária, também assusta. Ao se colocar diante de uma folha em branco, o indivíduo perde um contato mais estreito com a realidade, física e social e embarca só para um vôo em seu universo interior.
Quem não está acostumado a realizar esse vôo se perde no emaranhado de suas idéias e sentimentos. O mundo está confuso e desorganizado. Não se sabe qual caminho seguir. Não se sabe o que existe nesse mundo tão próximo, mas ao mesmo tempo tão distante.
Mesmo que o objeto da escrita seja um acontecimento, algo relacionado a uma realidade basicamente física, é difícil para o indivíduo escrever. Isso porque a realidade exterior somente adquire significado e organização a partir de uma realidade interior. E o escrever significa reorganização da realidade exterior sob o prisma da realidade interior.
Dentro desse quadro, fica difícil entender a proposta de uma redação que não seja antecedida de uma preparação adequada. O professor que exige dos alunos uma redação porque eles estavam tendo atitudes indisciplinadas, ou aquele que simplesmente escreve na lousa um tema e, sem muitos ou quaisquer comentários, pede aos alunos que escrevam, esse professor certamente não está oferecendo aos alunos ‘as condições mínimas para o ato da escrita. É evidente que a maioria dos alunos terá sérias dificuldades para escrever. Falta aquecimento para o ingresso no universo interior. Falta uma preparação mínima pra um contato inicial com as idéias, os pensamentos e os sentimentos. E o aluno entra cego no seu mundo interior e nada vê. Consequentemente, escreverá coisas tão confusas ou superficiais quanto confuso e distantes está o seu interior.
Há vários caminhos que o professor pode utilizar para preparar adequadamente o aluno para o processo de produção de um texto: a escolha de uma dessas estratégias depende, em princípio, da proposta de redação.
A dramatização permite ao aluno vivenciar aquilo que será relatado no texto, aumenta o nível de sensibilidade e desperta a observação. Além disso, o aluno consegue criar com maior facilidade um contexto do qual pode ver e sentir com maior nitidez a realidade enfocada.
O debate oferece ao aluno oportunidade de expor as suas idéias e, ao mesmo tempo ampliar o nível de compreensão do assunto focalizado, confrontando suas idéias com as de seus colegas. É importante, no entanto, que o aluno seja orientado, durante um debate, a registrar os momentos mais significativos, pois a avalanche de informações que podem surgir impossibilita alguns alunos de organizar esses dados, ordená-los e desenvolvê-los. O professor pode auxiliar, fazendo o registro das informações básicas na lousa.
O desenho constitui uma das formas de composição. Para a criança ele tem mais um valor conotativo do que denotativo. Ao desenhar uma casa, por exemplo, com traços simples, existe na fantasia da criança uma carga informativa e emocional que o traço não consegue dizer. Nesse sentido, dessa forma, um ponto de referência em que estão concentradas todas as suas fantasias.
A sensibilização constitui uma técnica que visa criar um clima favorável para despertar as emoções e as fantasias do aluno. Desenvolve a capacidade de concentração e desperta a imaginação.
Além dessas estratégias, o professor pode valer-se de outros recursos, tais como filmes, slides, gravuras, fotos, música. O importante é não perder o objetivo central desse momento da redação: criar condições para que as emoções e as idéias da criança aflorem. Nesse sentido, podemos dizer que a melhor técnica é aquela que deixa o aluno cheio, pleno de sensações, de tal forma que ele tenha vontade de dizer, de comunicar o que está pensando, imaginando, sentindo. O texto deve estar “transbordando” na cabeça do aluno.

ITERCÂMBIO DE TEXTOS

Um escritor não escreve apenas para si mesmo, mas para outros leitores. Para os alunos, o professor e os colegas são os leitores “naturais” de seus pequenos textos. Por isso o professor deve reservar um tempo para que os alunos passem de escritores a leitores críticos.
Há várias maneiras de intercâmbio de textos:
1° O aluno lê o seu texto para os colegas;
2° O professor lê para a classe textos de alguns alunos;
3° Os alunos trocam os textos entre si;
4° Os alunos se reúnem em pequenos grupos, lêem e comentam entre eles os próprios textos.

OBS.: O ambiente deve ser de descontração, preparado pelo professor e o intercâmbio deve ser feito com muito respeito ao texto dos colegas.
O autor do texto deve receber sempre um incentivo, um apoio ou uma orientação.
Um bom escritor deve ser um bom leitor. Primeiro o aluno escreve o texto, ele lê o texto escrito, torna-se um leitor crítico do próprio texto.
Rever e reescrever um texto, alterando-o por meio de acréscimos, reduções, ampliações, substituições, não é fácil. Exige treino e um certo domínio das várias formas de composição. O trabalho deve ser feito pelo professor em sala de aula e com muita disciplina (reestruturação do texto).
O professor pode até oferecer ao aluno um “roteiro de revisão”. Nas últimas séries do ensino fundamental, não vai, no entanto, oferecer ao aluno todos os aspectos lingüísticos presentes num bom texto, dado a individualidade de cada aluno.
Ao sugerir o roteiro de revisão, o objetivo do professor é eleger alguns critérios básicos que norteiam no aluno no processo de revisão (tem nesse sentido, mais uma função didática do que técnico-teórica).
O roteiro deve ser adequado ao nível redacional do grupo-classe. O professor pode apresentar os itens desse roteiro de uma forma gradativa, enfatizando aqueles aspectos cuja presença negativa é mais freqüente nos textos dos alunos.
Sugestão de revisão de texto:

A – Estética do texto

1- Letra legível
2- Margens regulares
3- Ausência de rasuras
4- Indicação de parágrafos



B – Organização dos textos:

5- Frases claras e concisas
6- Presença de uma idéia central
7- Coerência entre as partes
8- Adequação à proposta
9- Adequação ao público leitor

C- Correção Gramatical

10- Ortografia
11- Acentuação
12- Concordância
13- Pontuação

(A correção gramatical deve ser feita sempre em último lugar)


I – DO PCN PARA VOCÊ:

1° Ciclo:

Gêneros Discursivos:

A- Gêneros adequados para o trabalho com a linguagem oral:
· Contos (de fadas, assombração, etc.), mitos e lendas populares
· Poemas, canções, quadrinhas, parlendas, advinhas, trava-línguas, piadas
· Saudações, instruções, relatos
· Entrevistas, notícias, anúncios (via rádio e TV)

B- Gêneros adequados para o trabalho com a linguagem escrita:
· Receitas, instruções de uso, listas
· Textos impressos em embalagens, rótulos, calendários
· Cartas, bilhetes, postais, cartões (aniversários, de natal, etc.)
Convites, diários (pessoais, da classe, de viagem, etc.)
· Quadrinhas, textos de jornais, revistas e suplementos infantis: rótulos, slides, notícias, classificados, etc.
· Anúncios, slogans, cartazes, folhetos
· Parlendas, canções, poemas, quadrinhas, adivinhas, trava-línguas
· Contos (de fada, de assombração, etc), mitos e lendas populares, folhetos de cordel, fábulas
· Textos teatrais
· Relatos históricos, textos de enciclopédia, verbetes de dicionário, textos expositivos de diferentes fontes (fascículos, revistas, livros de consulta, didáticos, etc.)









II DO PCN PARA VOCÊ

2° ciclo

Gêneros discursivos:

A- Gêneros adequados para o trabalho com a linguagem oral:
· Contos (de fadas, de assombração, etc.) mitos e lendas populares
· Poemas, canções, quadrinhas, adivinhas, trava-línguas, piadas, provérbios
· Saudações, instruções, relatos
· Entrevistas, debates, notícias, anúncios (via rádio e TV)
· Seminários, palestras

B- Gêneros adequados para o trabalho com a linguagem escrita:
· Certas (formais e informais), bilhetes, postais, cartões (aniversários, de natal, etc.), convites, diários (pessoais, da classe, de viagem, etc.), quadrinhas, textos de jornais, revistas e suplementos infantis, títulos, slides, notícias, resenhas, classificados, etc.
· Anúncios, slogans, cartazes, folhetos
· Parlendas, canções, poemas, quadrinhas, adivinhas, trava-línguas, piadas
· Contos (de fadas, de assombração, etc.) mitos e lendas populares, folhetos de cordel, fábulas
· Textos teatrais
· Relatos históricos, textos de enciclopédia, verbetes de dicionário, textos expositivos de diferentes fontes (fascículos, revistas, livros de consulta, didáticos, etc.), textos expositivos de outras áreas e textos normativos, tais como estatutos, declarações de direitos, etc.


III DO PCN PARA VOCÊ:

A- Critérios de avaliação de Língua Portuguesa para o 1° ciclo:

· Narrar histórias conhecidas e relatos de acontecimentos, mantendo o encadeamento dos fatos e sua sequência cronológica, ainda que com ajuda.

Espera-se que o aluno reconte oralmente histórias que já ouviu ou leu, e narre acontecimentos dos quais participou (ou cujo relato ouviu ou leu), procurando manter a ordem cronológica dos fatos e o tipo de relação existente entre eles. Ao recontar, deve tanto procurar manter as características linguísticas do texto lido ou ouvido como se esforçar para adequar a linguagem à situação de comunicação na qual está inserido o reconto ou a narração (é diferente recontar para os colegas de classe, numa situação de “Hora da História”, por exemplo, e recontar para gravar uma fita cassete que comporá o acervo da biblioteca, ou ainda numa reunião aberta a toda comunidade escolar). Essas atividades poderão ser realizadas com ajuda e orientação do professor e dos colegas.

· Demonstrar compreensão do sentido global de textos lidos e em voz alta.

Espera-se que o aluno, por meio de uma conserva, de um debate, de um reconto ou por escrito, demonstre ter compreendido o texto (lido por alguém ou por ele próprio) de maneira global e não fragmentada. Quer dizer: espera-se que ele saiba não apenas localizar informações específicas nos textos (por exemplo: para quem Chapeuzinho vermelho foi levar os docinhos?), como utilizá-los para construir a idéia geral do texto (por exemplo: é a história de uma menina que não obedeceu à mãe, seguiu pelo caminho que não devia e foi enganada pelo lobo. Mas foi salva pelo caçador, que salvou também a vovó e castigou o lobo).

· Ler de forma independente textos cujo conteúdo e forma são familiares.

Espera-se que o aluno leia textos cujo conteúdo (assunto) e forma (gênero) já conheça, conseguindo resgatar o seu significado e compreender a idéia global.

· Escrever utilizando a escrita alfabética, demonstrando preocupação com a segmentação do texto em palavras e em frases e com a convenção ortográfica.

Espera-se que o aluno escreva textos, alfabeticamente, preocupando-se com a ortografia, ainda que não saiba fazer uso adequado das convenções. Espera-se também, que faça uso de seu conhecimento sobre a segmentação do texto em palavras ainda que possam ocorrer, por exemplo, escritas tanto sem segmentação, como em “De repente”, quanto com segmentação indevida, com em “depois”. Ao final desse ciclo espera-se que o aluno tenha introduzido a segmentação em frases nos seus textos, mas isso não significa que se espere que ele utilize com precisão os recursos do sistema de pontuação. Escrever textos considerando os leitos, ainda que com ajuda de terceiros (professores, colegas ou outros adultos).

Espera-se também, que o aluno considere as restrições que se colocam para o escritor pelo fato de o leitor de seu texto não estar presente fisicamente no momento de sua produção, quer seja esse leitor determinado (uma pessoa em específico) ou genérico.

B- Critérios de avaliação conhecidas e relatos de acontecimentos, mantendo o encadeamento dos fatos e sua sequência cronológica, de maneira autônoma.

Espera-se que o aluno reconte oralmente histórias que já ouviu ou leu bem como acontecimentos dos quais participou, ou cujo relato ouviu ou leu, preparando manter a ordem temporal dos fatos e o tipo de relação existente entre eles. Ao recontar, deve demonstrar esforços de adequação do registro utilizado à situação de comunicação na qual está inserido o reconto, bem como realizar essa atividade de maneira autônoma.

· Demonstrar compreensão de textos ouvidos por meio de resumo de idéias.
Espera-se que o aluno, realize, oralmente ou por meio escrito, resumos de textos ouvidos, de forma que sejam preservadas as idéias principais.

· Coordenar estratégias de decodificação com as de antecipação, inferência e verificação, utilizando procedimentos simples para resolver dúvidas na compreensão.

Espera-se que o aluno, ao realizar uma leitura, não se limite à decodificação: que utilize coordenadamente procedimentos necessários para a compreensão do texto. Assim, se ele antecipou ou inferiu uma informação, é necessário que busque no texto, pela decodificação, por exemplo, pistas que confirmem ou não a antecipação ou a inferência realizada.

· Utilizar a leitura para alcançar diferentes objetivos: ler para estudar, ler para revisar, ler para escrever.
Espera-se que o aluno seja capaz de ajustar sua leitura a diferentes objetivos utilizando os procedimentos adequados a cada situação.

· Escrever textos com pontuação e ortografia convencional, ainda que com falhas, utilizando alguns recursos de sistema de pontuação.

Espera-se que o aluno já demonstre conhecimento de regularidades ortográficas e saiba utilizar o dicionário e outras fontes impressas para resolver as dúvidas relacionadas às irregularidades. Espera-se também que demonstre conhecimento sobre o sistema de pontuação, segmentando o texto em frases, pontuando diálogos, etc.

· Produzir textos escritos, considerando características do gênero, utilizando recursos coesivos básicos.
Espera-se que o aluno produza textos respeitando as características próprias de cada gênero, no que se refere tanto aos aspectos discursivos quanto às características gráfico-especiais (paginação), utilizando os recursos coesivos básicos (nexos e pontuação) e apropriados.

Reservar os próprios textos com o objetivo de aprimorá-los.

Espera-se que o aluno, tanto enquanto produz textos quanto após terminar a sua escrita, volte a eles, procurando aprimorá-los e dar-lhes uma melhor qualidade.

Escrever textos considerando o leitor.

Espera-se que o aluno desenvolva procedimentos que levem em conta as restrições que se colocam para o escritor pelo fato de o leitor de seu texto não estar presente fisicamente no momento de sua produção, quer seja esse leitor determinado (uma pessoa em específico) ou não.

NOTA

Só através das atividades do dia-a-dia é que a experiência chega e faz com que vençamos os obstáculos que o estudo de nossa língua nos apresenta no ensino fundamental.
Somente quando cada um de nós, professores, agirmos com criatividade, liberdade, auto-disciplina, responsabilidade e amor o ensino da língua Portuguesa se descortinará prazerosamente no aprendizado infanto-juvenil.
Estou certa de que esta apostila será instrumento útil de apoio aos trabalhos escolares e espero, caro professor, ter contribuído para sua atualização profissional.


MARIA ESTELA ROSA RIBEIRO

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